Conselho a mestrandos e doutorandos: a linguagem científica dá cara científica até ao que não é científico! Como prova cabal deste postulado, recomendo a leitura cuidadosa deste profundo (digo, hilário!) artigo.
Para quem não sabe, “tigre” no jargão médico (pelo menos aqui no sul) é aquele paciente cheio de queixas, que não segue as recomendações médicas. Pois o médico Leandro Arthur Diehl decidiu dedicar (digo, perder!) seu tempo na descrição minuciosa dessa “sindrome tigróide”. O uso do linguajar acadêmico e a formatação do artigo são diversão garantida.
Para estudar (digo, morrer de rir!) essa síndrome, que cada vez mais acomente os brasileiros, não deixe de ler o PDF.


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vou pedir pra ele formatar minha tese.
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Sean, seu tigre…
Quando eu parar de rir, eu comento. Em tempos de dissertação, qualquer coisa p rir, vale. Muitooo obrigada! bjs
ahahahahahahaha o thiago já tinha me dito que ele e os colegas marcaram “tigrínia” nos idiomas do orkut.
tá perfeito esse artigo! e acho que esse referencial (http://www.henry.eti.br/pagina.php?IdPagina=463) seria útil pra diagnosticar pacientes com STH
os pacientes deveriam marcar os itens do referencial que citei no comentário anterior e assim os médicos poderiam calcular a probabilidade de eles terem ou não STH ahahahahhaha
Excelente dica, MC. Mas tem muito tigre que não passa no checklist de pobreza. Olha que paciente médico é o pior tigre que existe!
Caro Alex Primo, caros internautas,
estou lendo um livro muito legal que diz muito sobre a “sobriedade” de alguns artigos científicos pós-estruturalistas. O livro se chama “Como a picaretagem conquistou o mundo, de Francis Wheen. Vale a pena lê-lo.
Um abraço para todos,
Luiz Otávio Correa.
Boa dica, Otávio! Obrigado. Vale a pena também ler o livro “Imposturas Intelecutais”.
E ai Alex, tudo beleza?
Estou vendendo cartões corporativos do Governo, por acaso você não quer um? Faço um “descontinho” pra ti!!!
Dá até para comprar suco de laranja em casas de informática. O.O
Muito bom mesmo, sucesso de vendas em Brasília e São Paulo!!!
Se tu comprar um, leva junto uma maleta executiva Sansonite, para guardar as retiradas em dinheiro na “boca do caixa”. Oferta válida até 15/02/08 – Hehehehe
Picaretagem, infelizmente, é a lei deste país.
Abração
Oi, é por causa dessa formatação enfadonha de muitos artigos médicos que prefiro ler blogs.
Muitos colegas, para demonstrarem autoridade no assunto e autoridade acadêmica, incorporam esta forma de se expressar até quando escrevem blogs.
Ninguém é imune à Sindrome Tigróide, e os médicos, que entram em contato com ela, podem adquirir a Síndrome Nasossupina, produzido pelo polipeptídeo arrogantina.
O tratamento pode ser encontrado conhecendo o Prof. Dr. Patch Adams, conforme nos apresenta no seu Blog, o prof. Antonio Ozaí
Valeu pela dica!
Oi, tô deixando o link do prof Antonio Ozaí, pois não colou:
http://www.espacoacademico.com.br/028/28pol.htm
Abçs
Olá,
Muito obrigado pelas elogiosas referências a meu artigo e à minha pessoa.
Sinto-me extremamente lisonjeado em ver que minhas horas e horas de vadiagem malemolente redigindo esse artigo foram recompensadas pelo riso e descontração de alguns colegas.
A descrição da STH é obviamente uma sátira, com finalidade apenas jocosa – mas quem é que, no dia-a-dia do trabalho médico, nunca sentiu a dificuldade de lidar com um paciente que apresentasse alguma(s) dessas características descritas no artigo?
Pseudociência como esta da STH é interessante e útil, no meu ponto de vista, quando utilizada dessa forma, como alívio cômico para o stress do cotidiano, mas deve ser condenada e combatida quando praticada com intenção de lucro ou de substituição à verdadeira ciência.
Um abraço!