Como acontece com todo produto cult que se preze, o primeiro dia de venda do iPhone também teve filas que começaram a ser formadas dias antes. Se você quer saber se o iPhone é tudo isso mesmo, e se convencer disso, leia esta resenha do Engadget.
Já vi gente dizendo que o iPhone não apresentava nada de novo, que a Apple é uma empresa plagiadora que só sabe fazer marketing. Sim, ela sabe o que fazer para cobrar o chamado premium price. Mas vale lembrar que a empresa registrou pouco mais de 200 novas patentes para esse celular.
Acho sempre legal como a Apple consegue juntar diversas necessidades e colocar tudo em uma mesma interface elegante e funcional. E isso não é nada fácil. Exige muita criatividade e competência. Mas o que mais me chamou atenção é a interface do bichinho e a forma com que se usa os dedos para ampliar fotos e fazer scroll.
O iPhone vai finalmente terminar com esse negócio dos nerds andarem com bolsos e bolsas cheios de celular, iPod, palm e um notebook a tiracolo. É por essas e por outras que vou vender meu carro e comprar um. Quando? Talvez em 2035, quando a Apple lançar o telefone (telefone?) aqui; depois de conseguir fazer um dicionário em português decente, que viabilize seu tecladinho virtual, e entrar em acordo com as operadoras locais, pois alguns serviços do iPhone demandam nova infra-estrutura tecnológica.
Mas o melhor de tudo é que Marco Tempest descobriu novas funcionalidades escondidas no iPhone. Veja abaixo.
Em tempo: Marco Tempest é um mágico inovador que tem um vídeo-podcast (que eu assino) onde faz mágicas na rua, gravando tudo em seu celular. Isso é que é comunicação e mobilidade!!!

